Biografia

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Fernanda Meira
Idunu wa ni eko*
Nasci em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Sou neta de mineiros e filha de pernambucano. Oriunda de pessoas simples, busco nos ancestrais o significado para muitas crenças. Como mulher negra e brasileira, trago impressa a herança de um povo guerreiro, seja como tataraneta de uma índia pega a laço ou por negros avós. 
Fui orfã de pai aos 20 e de mãe aos 21. Aos 23, abracei a Psicologia e tomei-a como profissão e paixão.
Presenciei muitas dores e as senti. Vivenciei a violência doméstica na infância, o câncer terminal do meu pai e a doença crônica da minha mãe. As lembranças da dor se misturam aos tempos de alegria, de pertencimento e me transformaram em eterna sensível e aprendiz. 
Escolhi seguir em frente e transformar cada vivência em palavras. As histórias são para ser compartilhadas e proporcionam deliciosas descobertas. Num constante aperfeiçoar do eu, desenvolvo a resiliência e a esperança no encontro com outros seres humanos.
Por ora, espero influenciar pessoas para o viver pleno mesmo na adversidade e usufruir o melhor deste Universo.
Bem-vindo ao meu mundo!
 
*Felicidade é aprender, no dialeto Iorubá (africano)

4 Comentários

  1. Tete Costa
    Tete CostaResponder
    08/06/2017 at 10:24

    Parafraseando o Filósofo Fábio de Melo, o amor é o único sentimento que nos permite uma aproximação da dor alheia, justamente, porque o amor é o único sentimento capaz de nos fazer enxergar e respeitar o sagrado que por traz da dor se esconde. Compartilho contigo vivências similares. Hoje percebo que a dor experimentada, embora, lancinante, contribuiu e continuará contribuindo, sobremaneira, para minha caminhada existencial. Se o objetivo é inspirar pessoas a uma vivência plena, considere atingido, ainda que parcialmente. Hoje consigo visualizar ROSAS espalhadas pelo jardim.

    • Fernanda Meira
      04/07/2017 at 12:56

      A dor também é necessária, precisamos aceitar cada pedacinho de nossa história e transformar em um lindo mosaico, cheio de aprendizado, vivências e conhecimento. Gratidão!

  2. Maria candida dos santos pereira
    21/06/2017 at 07:50

    Também sou neta de mineiros, realmente um povo guerreiro . Tenho aprendido muito com você, tem agradeço por ter entrado na minha vida.

    • Fernanda Meira
      04/07/2017 at 12:53

      Que querida você é Maria! Esse é o principal objetivo da história, dos escritos: se conectar com outras hitórias, com pessoas e promover pertencimento. Sempre bom ver você por aqui. Bjo!

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